30-07-2009 às 00:04:23
Muito interessante.
No mês de agosto de 2001, Moshê (nome fictício), um bem sucedido empresário judeu, viajou para Israel a negócios.
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria,
Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.
Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.
Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente Mais do que agradecido,
Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.
Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s...
Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.
Certamente ele ainda estava na pizzaria.
Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.
Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.
A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.
Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.
Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda.
Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.
Moshê procurou seu "salvador" entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.
Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.
Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.
O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.
Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.
Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias.Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito "Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila "
Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center Twin Towers.
(Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)
"Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome." Salmos 100:4
Lê baixinho: "Jesus eu te adoro e preciso de ti, vem pra dentro do meu coração agora".
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29-07-2009 às 23:51:16
Num certo país reinava a Lógica Irrefutável.
Um prefeito queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um alemão, um americano e um brasileiro.
- Faço por US$ 3 milhões - disse o alemão - um pela mão-de-obra, um pelo material e um para meu lucro.
- Faço por US$ 6 milhões - propôs o americano - dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim… mas o serviço é de primeira!
- Faço por US$ 9 milhões - disse o brasileiro.
- Nove? - espantou-se o prefeito - demais! Por quê?
- Três para mim, três para você e três para o alemão fazer a obra.
- Negócio fechado! Respondeu o prefeito.
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29-07-2009 às 23:36:44
Não é implicância O velho Padre, durante anos, havia trabalhado fielmente com o pessoal da Amazônia,mas agora estava morrendo no Hospital de Base de Brasília. De repente ele faz um sinal para a enfermeira, que se aproxima. - Sim, Padre? diz a enfermeira. - Eu queria ver o Presidente Lula e o José Dirceu antes de morrer, sussurrou o Padre. - Acalme-se, verei o que posso fazer, respondeu a enfermeira. De imediato, ela entra em contato com o Palácio do Planalto e com José Dirceu. Logo recebe um aviso: ambos gostariam muito de visitar ao Padre moribundo. A caminho do Hospital, Dirceu disse a Lula: - Eu não sei por que o velho padre quer nos ver, mas por certo isso vai ajudar a melhorar mais ainda a nossa imagem perante a Igreja, afinal fomos eleitos graças ao grande trabalho dela. Lula concordou. Era uma grande oportunidade para eles e até um comunicado oficial à imprensa, sobre a visita, foi expedido. Quando chegaram ao quarto, o velho Padre, pegou a mão de Lula, com sua mão direita, e a mão de José Dirceu, com sua esquerda. Houve um grande silêncio e se viu um ar de pureza e serenidade no semblante do Padre. José Dirceu, então, falou: - Padre, porque fomos os escolhidos, dentre tantas pessoas, para estar ao seu lado no seu final? O velho Padre, lentamente, falou: -Sempre, em toda a minha vida, procurei ter como modelo o Nosso Senhor Jesus Cristo. -Amém, disse Lula. -Amém, disse Zé Dirceu. O Padre continuou: -'Como Ele morreu entre dois ladrões, eu queria fazer o mesmo!!!'
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29-07-2009 às 23:29:53
O ALUNO JUDEU....
O pai judeu Goshi, com a melhor das intenções, enviou seu filho Samuel para o colégio mais caro da comunidade Judaica. Apesar das boas intenções, Samuel não ligava para as aulas. O negocio dele era brincar e conversar.
Notas do primeiro mês : Matemática 2, Geografia 3, História 3, Literatura 2, Comportamento, 0.
Estas espantosas classificações repetiam-se mês a mês, até que o pai se cansou:
- Samuel ouve bem o que te vou dizer, se no próximo mês as tuas notas e o teu comportamento não melhorarem, vou te mandar estudar num colégio católico muito rigoroso para ver se Vc aprende executar as suas responsabilidades.
No mês seguinte as notas do Samuel foram uma tragédia e o pai não pestanejou e cumpriu com a sua palavra. Chamou o filho e determinou:
- Samuel, seu filho desalmado, Vc vai para o colégio católico mais RIGOROSO que eu conseguir e vamos ver se Vc melhora ou não... vamos ver!
Através de um rabino próximo da sua familia, entrou em contato com um bispo que lhe recomendou um bom Colégio Franciscano para o qual Samuel foi enviado.
Notas do primeiro mês :
Matemática 8
Geografia 7
História 7
Literatura 8
Comportamento 8
Notas do segundo mês :
Matemática 10
Geografia 8
História 9
Literatura 10
Comportamento 10
O pai contente mas muito surpreso perguntou a Samuel:
- Samuel, O que aconteceu para você ir tão bem na escola? Como é que se deu este milagre?
- Não sei, papai. Não sei, mesmo.... mas assim que cheguei no colégio, apresentaram-me todos os colegas e todos os professores e mais tarde fomos obrigados a ir a uma igreja, lá dentro do colégio. Quando entrei, vi um homem crucificado, com pregos nas mãos e nos pés, com cara de ter sofrido muito e todo ensanguentado. Fiquei impressionado, Muito Impressionado....
Perguntei: - Quem é ele?
E respondeu-me um aluno do curso superior: 'Ele era um judeu como você'.
Então, disse para mim mesmo:Aff maria.. Aqui não tem jeito, vou ter que estudar que os padres não estão para brincadeira, não !!!'
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