24-09-2009 às 12:41:43

Perguntei
a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
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24-09-2009 às 12:13:29
Minerim no leito de morte, decidiu ter uma conversa definitiva com a
sua companheira de toda a vida sobre a fidelidade da mesma:
- Muié, pode falá sem medo... já vô morrê mess e prifiro sabê tudim direitim...
- Ocê arguma veiz traiu eu?
- Ô Zé, num fala dessas coisa que eu tenho vergonha...
- Pode falá muié...
- Quero não...
- Fala muié, disimbucha...
- Mió dexá pra lá, Zé.
- Vai, conta...
- Queto Zé, morre em paz...Depois de muita insistência ela resolveu
abrir o jogo:
- Tá bão Zé, vou contá, mais num mi responsabilizo...
- Pode contá.
- Ói Zé, traí sim, mas foi só treis veiz...
- Intão conta sô! Treis veiz nessa vida toda até qui num foi muito!
- A primera foi quando cê foi demitido daqueli imprego qui ce brigou cum chefe.
- Ué, mas eu fui adimitido dinovo logo dispôis sô...
- Pois é Zé... eu fui lá cunversá cum ele, acabei dano pra ele e ele
ti contratô di vorta.
- Ah muié, cê foi muito boa cumigo... essa traição num dá nem pra leva
a mar, foi pela necessidade da nossa famía... tá perdoada. E a
segunda?
- Lembra quando cê foi preso pru modi daquele furdunço que cê prontô na venda?
- Lembro muié, mas num fiquei nem meio dia na cadeia...
- Pois é Zé... eu fui lá cunversá cum delegado e acabei dano pra ele ti sortá.
- Ê muié, isso nem conta também não, a carsa foi justa... imagina ficá
preso lá um tempão. Ocê nem me traiu, foi pela nossa famía e pela
minha liberdade, uai. E a úrtima?
- Lembra quando cê si candidatô pra vereadô?
- Lembro muié... quase me elegeru...
- Pois é... eu qui consegui aqueles 1.752 voto...
Piada 0 Deixe seu comentário!
24-09-2009 às 11:00:06
Quando sua vida começa, você
tem apenas uma mala
pequenina de mão. À medida
que os anos vão passando, a
bagagem vai aumentando,
porque existem muitas coisas
que você recolhe pelo
caminho, por pensar que são
importantes.
A um determinado ponto do
caminho, começa a ficar
insuportável carregar tantas
coisas, pesa demais, então
você pode escolher.
Se escolher ficar sentado à
beira do caminho, esperando
que alguém ajude,
dificilmente conseguirá
auxílio, pois todos que
passarem por ali já terão
sua própria bagagem. Você
pode ficar a vida inteira
esperando, até que seus dias
acabem.
Mas você também pode aliviar
o peso, esvaziando a mala.
Mas o que tirar? Você começa
tirando tudo. Veja o que tem
dentro: Amor, Amizade...
Nossa! Tem bastante e,
curioso, não pesa nada... De
repente, encontra algo
pesado. Você faz força para
tirar. É a Raiva, e como ela
pesa!
Aí, você começa a tirar,
tirar, e aparecem outros:
Incompreensão, Medo,
Pessimismo... Nesse momento,
o Desânimo quase te puxa pra
dentro da mala. Mas você
puxa-o para fora com toda a
força. No fundo da mala,
aparece um sorriso, que
estava sufocado no fundo da
sua bagagem. Pula para fora
outro sorriso, e mais outro,
e aí sai a Felicidade.
Aí você coloca as mãos
dentro da mala de novo e
tira um monte de Tristeza.
Agora, você vai ter que
procurar a Paciência dentro
da mala, pois vai precisar
bastante.
Procure então o resto:
Força, Esperança, Coragem,
Entusiasmo, Equilíbrio,
Responsabilidade, Tolerância
e o bom e velho Humor.
Tire a Preocupação também.
Deixe de lado: depois você
pensa o que fazer com ela.
Bem, sua bagagem está pronta
para ser arrumada de novo.
Mas, desta vez, pense bem o
que vai colocar dentro da
mala. Agora é com você.
E não se esqueça de fazer
essa arrumação mais vezes,
pois o caminho é muito,
muito longo, e sua bagagem
poderá pesar novamente.
Para Refletir 0 Deixe seu comentário!
23-09-2009 às 23:06:01

Eram dois vizinhos. O
primeiro vizinho comprou um coelhinho para
os filhos. Os filhos do outro vizinho pediram um bicho para o
pai. O homem comprou um pastor alemão. Papo de vizinho:
- Mas ele vai comer o meu coelho.
- De jeito nenhum. Imagina. O meu pastor é filhote. Vão crescer
juntos, pegar amizade. Entendo de bicho. Problema nenhum.
E parece que o dono do cachorro tinha razão. Juntos cresceram e
amigos ficaram. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e
vice-versa. As crianças, felizes.
Eis que o dono do coelho foi passar o final de semana na praia
com a família e o coelho ficou sozinho. Isso na sexta-feira.
No domingo, de tardinha, o dono do cachorro e a família tomavam
um lanche, quando entra o pastor alemão na cozinha. Pasmo. Trazia
o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de terra
e, claro, morto.
Quase mataram o cachorro.
- O vizinho estava certo. E agora!?
- E agora eu quero ver!
A primeira providência foi bater no cachorro, escorraçar o
animal, para ver se ele aprendia um mínimo de civilidade e boa
vizinhança. Claro, só podia dar nisso.
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora? Todos se
olhavam. O cachorro chorando lá fora, lambendo as pancadas.
- Já pensaram como vão ficar as crianças?
- Cala a boca!
Não se sabe exatamente de quem foi a idéia, mas era infalível.
- Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois
a gente seca com o secador da sua mãe e o colocamos na casinha
dele no quintal. Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim
fizeram.
Até perfume colocaram no falecido. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas, como convém a um
coelho cardíaco. Umas três horas depois eles ouvem a vizinhança
chegar. Notam os gritos das crianças. Descobriram! Não deram
cinco minutos e o dono do
coelho veio bater à porta. Branco, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
-
O que foi? Que cara é essa?
-
O coelho... O coelho...
-
O que que tem o coelho?
-
Morreu!
Todos:
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem...
-
Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de a
gente viajar as crianças o enterraram no fundo do quintal!
O personagem que mais cativa nesta história
toda, o protagonista da história, é o cachorro.
Imagine o pobre do cachorro que, desde sexta-feira, procurava em
vão pelo amigo de infância, o coelho. Depois de muito farejar
descobre o corpo. Morto. Enterrado. O que faz ele? Provavelmente
com o coração partido, desenterra o pobrezinho e vai mostrar para
os seus donos.
Provavelmente estivesse até chorando, quando começou a levar
pancada de tudo quanto é lado. O cachorro é o herói. O bandido é
o dono do cachorro. O ser humano.
E o homem continua achando que um banho, um secador de cabelos e
um perfume disfarçam a hipocrisia, o animal desconfiado que tem
dentro dele. Julga os outros pela aparência, mesmo que tenha que
deixar esta aparência como melhor lhe convier. Maquiada.
Coitado do cachorro. Coitado do dono do cachorro. Coitados de
nós, animais racionais, QUE MUITAS VEZES NÃO PASSAMOS DE
COMPLETOS IRRACIONAIS..
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03-07-2009 às 19:59:43
Certo Padre recebia um jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia.
Um político da região e membro da comunidade foi convidado para entregar o presente e proferir um pequeno discurso.
O político se atrasou. O sacerdote, então, decidiu proferir umas palavras: A primeira impressão que tive da paróquia foi com a primeira confissão que ouvi.
Pensei que o bispo tinha me enviado a um lugar terrível, pois a primeira pessoa que se confessou me disse que tinha roubado um aparelho de TV, que tinha roubado dinheiro dos seus pais, também tinha roubado a firma onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe. Também em outras ocasiões se dedicava ao trafico e a venda de drogas e para concluir, confessou que tinha transmitido uma doença à própria irmã".
"Fiquei assustadíssimo. .. Mas com o passar do tempo, entretanto, fui conhecendo mais gente que em nada se parecia com aquele homem... Inclusive vivi a realidade de uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio".
Justo nesse momento chega o político, e foi lhe dado à palavra para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre. Pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso dizendo: "Nunca vou esquecer do dia em que o padre chegou à nossa paróquia... Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a se confessar com ele...".
Moral da história: "NUNCA CHEGUE ATRASADO".
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03-07-2009 às 07:55:22
Corinthians

Tri-Campeão da Copa do Brasil
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